Serviços · Estruturas que sustentam o crescimento

Arquitetura de Software

Desenhamos a arquitetura que sustenta o crescimento do seu negócio: sistemas distribuídos, microsserviços e APIs com limites bem definidos, governança técnica e escalabilidade previsível.

Cada bloco corresponde a uma capacidade que entregamos nesta frente e sobre a qual assumimos responsabilidade técnica.

01 Arquitetura distribuída

Decomposição do sistema em unidades com responsabilidade única, comunicação assíncrona onde faz sentido e tolerância a falha por projeto. Definimos estratégias de consistência, idempotência, retry e circuit breaking antes da primeira linha de código.

02 Microsserviços

Microsserviço é consequência de um limite de domínio bem traçado, não um objetivo. Avaliamos se a granularidade se justifica e, quando sim, definimos contratos, propriedade de dados por serviço, versionamento e a malha de observabilidade que torna o conjunto operável.

03 Domain Driven Design

Modelagem estratégica com Event Storming e Context Mapping para revelar os bounded contexts reais do negócio. A linguagem ubíqua alinha produto, negócio e engenharia — e o código passa a refletir o domínio em vez de contrariá-lo.

04 Event Driven Architecture

Integração por eventos com brokers como Azure Service Bus, Kafka ou RabbitMQ. Definimos esquema e evolução de eventos, entrega garantida, ordenação, deduplicação e o padrão outbox para consistência entre banco e mensageria.

05 APIs e contratos

APIs REST e gRPC projetadas a partir do consumidor, com OpenAPI como contrato vivo, versionamento sem quebra, paginação, rate limiting e política de autenticação padronizada. Gateway e BFF quando o cenário justifica.

06 Escalabilidade e resiliência

Modelagem de capacidade a partir de dados reais: perfis de carga, estratégia de cache em camadas, particionamento de dados, escala horizontal e testes de carga como parte do pipeline — não como evento isolado antes da Black Friday.

07 Governança técnica

Architecture Decision Records, fitness functions automatizadas no CI, padrões de referência e um comitê de arquitetura leve. O objetivo é consistência entre times sem transformar arquitetura em burocracia.